domingo, 13 de fevereiro de 2011


Estou sentada no chuveiro bebendo um largo copo de aguardente enquanto faço um risco de branca, segundos depois engoli uma pastilha de MD aumentei o volume do rádio e ouvi o primeiro cd que me apareceu á frente o efeito da coca ainda não se fez sentir, continuo com o corpo de molho enquanto a água não esfria. Está quente muito quente e eu sinto o meu coração a mil, alto aí sinto o pó a circular entre as veias e tenta camuflar-se mas eu estou a sentir o prazer e o relaxa daquela moca.
Ouvi-te bater a porta chegas-te após uma longa noite de negócios obscuros satisfazes o vicio dos dependentes.
Acendi um charuto e contei os teus passos até me encontrares, não foram muito, confesso. Conheces-me bem e sabes que sou a água que corre sem destino certo, senti que te aproximavas e sem mas nem porquês abriste a porta e com roupa e com ténis entraste no chuveiro de deste-me um forte abraço cravaste-me os dedos nas costas nuas e molhadas como se me quisesses proteger de algo. A tua voz grave é tranquilizante e eu sinto-me bem contigo, Largas-me e dás-me um leve beijo ao contrario daquele abraço protector a água esfriou o meu charuto também acabou o cd parou, esta na hora são 5 da madrugada vamos dormir, pegaste em mim e enrolaste-me na toalha como quem enrola um charro com muita satisfação tiras-te essa roupa molhada e eu vesti uma langerie preta fomos para a cama sabes que não conseguiria dormir, aqueles riscos que tinha dado tinham-me dado energia.
Ficamos então a falar até o sono me vir visitar

2 comentários:

  1. bah semp arranjaste a imagem .
    O texto ta bonito :)

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  2. gostei da conjugação das palavras, um beijo ad*

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