domingo, 30 de janeiro de 2011





Estou a ser engolida por milhares de sentimentos e todos eles diferentes
Já passou algum tempo desde que te foste embora e ainda assim a tua vives na minha memória é muita.
Estou mal, não queria dizer-te isto mas sinto-me mesmo muito mal e só
Já perdoei o facto de teres deixado um vazio grande aqui dentro de mim não perdoarei o facto de teres
Deixado, aquela casa, as coisas nunca vão ser iguais sem ti.
No inverno já não me ligas para ir comer pão quente quando chegasse da escola
No verão não estás debaixo da ramada a minha espera para comer ou beber algo refrescante
Para onde foste? não sei se sabes mas eu amava-te nunca to disse mas preservo um sentimento muito protector dentro de mim
Sei que não vais voltar e podes chamar-me cobarde por nunca ter-te dito o que realmente sentia
Acho que nunca ninguém o fez contigo nem tu mesmo aos outros.
Quando beijava a tua testa era com muito respeito que o fazia, peço desculpa se te pareceu cruel não ter chorado naquele dia nem ter demonstrado qualquer sentimento infeliz por aquilo ter acontecido
Chorei para mim não para o mundo.
Não sei se ainda existes nem se quer se existe céu só sei que ás vezes, estou mal e quando beijo a tua testa numa simples fotografia imagino o que me dirias se estivesses ali e sou invadida por uma grande calma interior. Passaram-se anos e agora és um homem fantasma mas avô só houve um, tu e mais nenhum.       

1 comentário:

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