sábado, 9 de outubro de 2010

Fechas-te a porta 




Foste a minha grande paixão o meu grande amor
Foste o meu sustento durante meses afio alimentavas-me a fome com meras palavras
Tiravas-me a sede com beijos curtos de pouca duração.
Foste sempre tudo que eu quis tudo aquilo que eu precisei e de um momento para outro foste embora
Fechas-te a porta e contigo levas-te os bons momentos levas-te o teu cheiro o teu suor o teu calor levas-te tudo aquilo que hoje me faz chorar de saudade, levas-te as roupas as camisas, camisolas que foram prenda de natal.
A pequena cama em que dormimos tornou-se tão gigante sem ti deixas-te o espaço todo, os cobertores só para mim que mesmo sendo quentes não me tiram o frio. Deixaste-me aqui sem dó nem piedade, e todo o vento parou nenhum barulho suou e todas aquelas minusculas coisas que me traziam a tua imagem á cabeça se foram mas eu continuo a amar-te tão intensamente como no dia em que te conheci.

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